12 dicas para melhorar as suas finanças pessoais enquanto Freelancer
15/01 24 Por Luciano Larrossa em Gestão
Conseguir manter o equilíbrio financeiro tanto a nível pessoal ou profissional é essencial para que consiga manter o seu negócio num bom caminho. Saber gerir a sua atividade neste ramo é fundamental, pois quem não o souber fazer a nível pessoal muito dificilmente isso acontecerá a nível profissional. E é mesmo sobre isso que o nosso artigo fala hoje. Não apenas em conseguir manter o seu equilíbrio financeiro, mas também como geri-lo, identificar os seus problemas ou mesmo resolvê-los.
Como já referi aqui na Escola Freelancer anteriormente, saber para onde está aí como e o que está a fazer como freelancer é importante. O mesmo se aplica à sua vertente financeira. Porquê acha que muitas pessoas que ganham até um salário razoável acumulam contas e dívidas intermináveis? Não porque ganham mal, mas sim porque não fazem uma boa gestão financeira.
O mesmo pode estar a acontecer com o seu negócio como freelancer. Não estar a sem bem gerido é o suficiente para que o dinheiro que consegue angariar com os seus clientes vá parar a investimentos que em pouco contribuem para melhorar o seu negócio. O pior ainda acontece quando começamos a misturar valores da empresa com contas pessoais. Este é outro dos grandes erros. Contudo não se preocupe, que com o artigo de hoje poderá identificar todos os seus erros e encontrar uma solução para eles. Para auxilia-lo ainda mais, construí um documento em excel que pode ajudá-lo a organizar as suas finanças pessoais de uma maneira ainda mais fácil.Pode encontrá-lo no fim do artigo.

FINANÇAS PESSOAIS
GUARDE UMA PARTE DO QUE GANHAR POR MÊS (10%)
É importante ter sempre algum capital de prevenção caso aconteça algum problema muito grave. Algumas pessoas começam a endividar-se por não ter algum dinheiro de parte. Mas porquê é importante esta medida? Imagine que infelizmente tem um acidente muito grave com o seu carro. Ele fica sem arranjo e é obrigado a comprar um novo. Tem aí um problema grave. Agora tem duas opções: pagar logo um novo ou comprar um a prestações.
Suponha que não fez nenhuma poupança, portanto não lhe resta outra opção a não ser pagar o carro em várias vezes. Para manter o mesmo nível de vida, o leitor opta por comprar um carro no valor de 30 mil reais. Se pagar em várias vezes, com os juros será bem capaz de pagar mais 10 mil reais que o valor do carro. Resultado final? O carro custa-lhe 25% a mais do que custaria normalmente. Se tivesse uma poupança isso não aconteceria. Mesmo que não tivesse o valor suficiente e só tivesse dinheiro para a metade, em vez de pagar 10 mil reais de juros pagaria 5 mil. Uma certa diferença não?
Estes géneros de problemas não acontecem só aos outros, podem acontecer a si também. O mais fácil será mesmo abrir uma conta poupança e dizer ao seu banco para todos os meses retirar 10% do seu salário. Assim não cairá na tentação de gastar todo o dinheiro e dizer que é “apenas desta vez” que vai levar o seu salário todo até ao fim. Esse dinheiro só pode ser mexido em casos de vida ou de morte: acidente grave com o carro, operação ou perca de emprego.
PRESTAÇÃO DA CASA (30%)
Este é o valor que mais pesa no seu orçamento pessoal. No entanto alerto-lhe para uma coisa: não deve ultrapassar 30% do que você recebe por mês. Os motivos para este valor são vários, como o fato de poder ficar sem emprego, a prestação do banco subir ou acontecer algum contratempo. Muitas pessoas gostam de chegar à fasquia dos 50%. Eu considero isso um risco, especialmente se tiver algum empréstimo no seu banco. Além disso, apostar muito neste valor significa deixar de parte outros pontos como o investimento pessoal ou uma poupança. É uma escolha que não compensa minimamente o risco.
Tenha atenção a uma coisa: o seu crescimento em bens materiais tem que ser equivalente ao que você recebe por mês. Especialmente ao trabalhar como freelancer isso pode funcionar como uma motivação, levando-o a produzir mais para conseguir adquirir coisas melhores. Não adiante tentar viver um vida que não pode, apenas pelo fato querer mais conforto. Não pense apenas a curto prazo mas faça sim uma análise a longo prazo e seja objetivo. Talvez seja um momento da sua vida para apostar no futuro e não no seu conforto.
APOSENTADORIA (5%)
Ao trabalhar como freelancer não terá um chefe para todos os meses descontar-lhe um valor fixo para a sua reforma, portanto terá que ser você a fazê-lo. Apesar de não saber a realidade nesta área no Brasil, em Portugal existem planos de poupança reforma que podem ajudá-lo. Basta dar ordem ao seu banco para que desconte um valor por mês (no geral o valor mínimo são 25 euros por mês) para que tenha essa tarefa assegurada. Sei que pode parecer tentador utilizar o dinheiro que tem agora, mas a verdade é que pensar a longo prazo é uma boa estratégia. A prevenção por vezes é a nossa melhor amiga.
INVESTIMENTO (5%)
Este pode ser o valor que servirá para investir em outro negócio a longo prazo. Além de poupar, é importante que continue a pensar no seu futuro em termos de investimento, para que consiga ganhos maiores num período médio de tempo. Seja a investir em Forex ou em outro género de atividades, será determinante conseguir pensar no seu futuro de modo a gerar lucros. Neste campo terá duas opções: investir em algo que lhe dê taxas de juros (o exemplo do Forex) ou então poupar para investir em grande em outro negócio. A opção aí será certamente sua. Eu pessoalmente opto pela segunda opção, mas apenas porque não conheço também outro mercado para que possa confiar os meus investimentos. Contudo, pretendo fazê-lo a longo prazo.
PRESTAÇÃO DO CARRO (20%)
A par da prestação da casa, o valor pago pelo carro suga grande parte do nosso salário. É normal, sendo um bem essencial com o qual não podemos viver diariamente. Se poder comprar um carro à vista ótimo, pois aí evitará juros desnecessários. Se o tiver que fazer, opte por prestações mais altas. Assim conseguirá pagar em menos vezes e conseguir juros mais baixos. Contudo lembre-se desta regra: não deve ultrapassar os 20%. Seja fiel ao seu orçamento e não caia em tentações instantâneas.
DESPESAS PESSOAIS (15%)
Esta parte deve ser ocupada com compras no supermercado, carregamentos de celular ou pagamentos da internet. Esta base pode ser um pouco alargada, principalmente se tiver um agregado familiar com filhos e mulher. Cada caso é um caso e os 15% servem para a maioria dos casos, não para todos. Considera pouco? Talvez esteja a cometer um erro que cometi. Chama-se comprar coisas não interessantes no supermercado. Vou lhe explicar isto de um modo mais simplificado.
Os grandes centros utilizam técnicas para obrigar o cliente a comprar coisas que não são essenciais como os chocolates, bebidas ou bolachas. Como? Repare quando entre no supermercado. Quais são os produtos que estão logo à entrada? Com certeza não são os bem essenciais como o pão, carne ou peixe. São sim aqueles que compra por impulso. Eles são colocados à frente para que o cliente seja obrigado a vê-los antes de passar para o que é realmente essencial, acabando por comprar mesmo não tendo necessidade deles. Não condeno os supermercados por isto. São as técnicas dele, tal como você deve ter para o seu negócio. Também não digo para viver como um monge. Nada disso.
Existem extravagâncias que você deve cometer sem dúvida. Eu não fujo à regra. Apenas quero é ajudar-lhe a encontrar a resposta o fato de as suas despesas pessoais talvez ultrapassarem os 10% que lhe aconselho. Que tal usar a Lei de Pareto na sua próxima lista de compras e adquirir apenas os 20% dos produtos que garantem 80% da sua alimentação?
CONTRATEMPOS (10%)
Muita gente reclama que nunca consegue cumprir as percentagens do seu orçamento à risca. Infelizmente tenho que concordar consigo. Todos os meses acontece alguma coisa que o fará fugir das medidas corretas. É uma coisa que não vale a pena lutar, pois vai acontecer. Portanto criei este novo segmento. Todos os meses guarde 10% do que ganhar para cobrir algumas surpresas que possam acontecer. Verá que no final pouco restará desta fatia. Contudo, se conseguir um mês excepcional sem ter que a usar, aproveite para dar um mimo a si mesmo e compre alguma coisa que o faça mais feliz.
INVISTA EM SI (5%)
A vida não é só trabalho, bem longe disso. Portanto todos os meses guarde uma parte do seu salário como feeelancer para dar um mimo a si mesmo. Vá à academia, compre alguma roupa nova ou vá duas vezes jantar fora. Receber algo em troca pelo trabalho que realiza é motivador e ajuda-o a valorizar aquilo que fez. Não seja como aquelas pessoas que só pensam em poupar e ganhar dinheiro. De que lhe vale trabalhar tanto para depois não usufruir de nada disso?

OUTROS CUIDADOS QUE DEVE TER
SEJA RIGOROSO
De pouco lhe adianta realizar um planeamento bem estruturado, se no final não conseguiu cumprir metade das metas a que se propôs. Tente ser rigoroso com os objetivos financeiros que tratou. É normal alguns meses não conseguir cumprir as metas. É perfeitamente normal. Ser persistente é um característica muito positiva.
FAÇA-O TODOS OS MESES
De pouco lhe adianta pensar nestas percentagens apenas um mês ou dois e depois abandoná-las. Tal como trabalhar no seu negócio, ser organizado financeiramente exige prática e trabalho.
NÃO UTILIZE CARTÕES DE CRÉDITO SE POSSÍVEL
Quando lhe aconselho-o a não utilizar o cartão de crédito, não quero dizer que não possa ter um e utilizá-lo. Eu próprio trabalho com o meu todos os meses. Mas tenho cuidado com duas coisas. Primeiro é que o valor vai ser descontado no saldo da minha conta no mês seguinte (evitando os juros) e segundo nunca o utilizo em situações de desespero. Para isso tenho a minha poupança. A minha única motivação para o utilizar prende-se com os prémios e descontos que ele me oferece, nada mais.
ESCREVA AS SUAS METAS
Fazer estas contas implica partilhá-las em algum local. Para isso, criei um ficheiro excel onde poderá apontar todas as suas despesas, facilitando o cálculo das percentagens. É uma tabela bastante simples, mas que vai de encontro ao meu objetivo, que é evitar que o leitor não faça estas contas. E por vezes começar é mesmo o mais complicado. Aqui está o seu incentivo. Faça os cálculos já, baixando a tabela aqui (Tabela de Finanças Pessoais).
COMO TEM ORGANIZADO AS SUAS FINANÇAS PESSOAIS?
Organização é determinante para o seu sucesso. E nesse campo entra também as suas finanças pessoais. Espero com o artigo ter-lhe dado uma base de como deve proceder. Não digo que as percentagens devam ser exactamente estas. Como referi, cada caso é um caso e você terá que adaptar à sua realidade. No entanto, se estiverem a fugir muito destes valores é porque algo de errado se passa.
Dê-nos a sua opinião e diga o que tem feito para organizar o seu orçamento. Achou as nossas dicas úteis? Já tinha pensado nas suas finanças pessoais deste modo?
Abraço e boas finanças













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Olá...
Bom artigo exemplificativo de uma estratégia em Finanças Pessoais, no entanto, apenas uns reparos a considerar.
Em Finanças Pessoais não existem segredos ou gasta menos do que ganha ou possui uma situação liquida negativa, logo, os encargos mensais deverão encontrar um ponto de equilíbrio entre os ganhos e a poupança.
No que toca aos empréstimos a considerar deverá ter sempre presente o esforço mensal máximo de um agregado familiar. No seu exemplo, as prestações do crédito habitação e carro totalizam 50% dos rendimentos, ou seja, peso desaconselhável no orçamento mensal. O ideal é que os créditos ocupem uma percentagem máxima de 30 a 40% do rendimento mensal liquido que a considerar outras despesas fixas deverão consumir, no máximo, 60% do rendimento liquido.
Desaconselhável porque num agregado familiar existem dois rendimentos, logo, a ausência de um provocará aumento significativo dos encargos. É óbvio que uma estratégia de poupança de 10% poderá ser a almofada mas, o objectivo deverá ser possuir um Fundo de Emergência que suporte pelo menos 6 meses de encargos e depois sim, uma estratégia de poupança automática de 10% do rendimento mensal, mas com tendência a aumentar com o tempo para 20%.
Muito havia a falar mas na sua génese o artigo é esclarecedor...
João
www.produtosbancarios.com
17/01/2011
João,
Obrigado pelo seu comentários tão enriquecedor. Apesar de concordar consiga quando à parte em que diz "ou gasta menos do que ganha ou possui uma situação liquida negativa, logo, os encargos mensais deverão encontrar um ponto de equilíbrio entre os ganhos e a poupança", será sempre importante saber exactamente onde estamos a gastar o nosso dinheiro, pois muitas vezes as pessoas vêm o seu dinheiro a fugir e realmente não sabem para onde ele vai.
O exemplo que dei traduz o meu caso, ou seja, como solteiro que tem (ou poderá vir a ter) esse encargos. Quando refere que um agregado familiar deve ter 30 a 40% no máximo de prestações concordo plenamente consigo =)
Quanto à parte em que diz "É óbvio que uma estratégia de poupança de 10% poderá ser a almofada mas, o objectivo deverá ser possuir um Fundo de Emergência que suporte pelo menos 6 meses de encargos e depois sim, uma estratégia de poupança automática de 10% do rendimento mensal, mas com tendência a aumentar com o tempo para 20%", tenho que concordar consigo quanto às duas coisas que diz. No entanto quis criar um artigo mais simples, como estou na fase inicial do blog existem assuntos que só serão aprofundados com o tempo.
Quanto à ideia de aumentar a poupança para perto de 20% parece-me interessante e confesso que nunca tinha ouvido falar dela. Irei experimentar=)
Abraço e obrigado por comentar
18/01/2011
Luciano Larrossa
PARABÉNS... esse artigo é incrível... muito bom mesmo! escrevendo artigos como este, seu blog vai ser um MEGA ESTOURO de $UCE$$O ! PARABÉNS novamente...!
FORTE ABRAÇO
18/01/2011
Edivaldo,
Obrigado por este comentário=) Espero continuar a conseguir agrada-lo como tenho conseguido ate agora=)
Abraço e boas finanças!
18/01/2011
Luciano Larrossa
Realmente a organização financeira é bem trabalhosa e deve ser feita com muito cuidado.
Creio que o pior erro é gastar mais do que se ganha, coisa que não é difícil quando se tem vários cartões de crédito.
E uma coisa que você recomendou, que eu também recomendo, é guardar dinheiro para não ser surpreendido por imprevistos.
[]'s
18/01/2011
SemNome,
Obrigado pelo seu comentário. Ter disciplina é muito muito importante. De facto os cartões de crédito são uma verdadeira armadilha acredite. É necessário usá-los com precaução.
Abraço
18/01/2011
Luciano Larrossa
Olá Luciano, parabéns por mais este fantástico artigo! Estás onfire :)
Relativamente às tuas indicações, elas são de facto totalmente verdadeiras. Infelizmente uma boa gestão financeira enquanto Freelancer é algo complexo e que exige acima de tudo o resto, muita convicção, determinação e auto-exigência. Apenas faço um reparo quanto à questão do Cartão de Crédito. Para pessoas como eu, que trabalham a tempo inteiro na internet, o Cartão de Crédito é quase um meio indispensável à sobrevivência :P
Considero muito importantes os pontos da aposentadoria, que é fundamental na carreira de qualquer profissional, e também o investimento. Confesso que durante muito tempo (e ainda hoje), investi bem mais do que os 5% dos rendimentos, mas considero que isso é fundamental quando se têm objetivos bem definidos e metas totalmente traçadas. Investir é como estar semeando com o objectivo de um dia colher os frutos ;)
Abraços
18/01/2011
Olá Luciano e Paulo!
Concordo em tudo o que foi escrito no post, se você não tiver alvos bem definidos talvez nunca chege a lugar nenhum, isso seria um bom assunto para escrever um outro post também, com relação as metas pessoais, como diferenciar prioridades de coisas sem valor!
Mas queria destacar a parte de aposentadoria também, porque no Brasil parece que tudo é mais difícil, já pagamos os maiores impostos do mundo, e para conseguir um bom plano de aposentadoria você deve se preparar para pagar taxas altas!
Abraço!!
18/01/2011
Carlos Iung
Olá Carlos Iung,
Quando ao seu primeiro parágrafo, já escrevemos um artigo sobre isso. Aconselho-o a ler o nosso post http://www.escolafreelancer.com/ser-ignorante-pode-ajuda-lo-a-ser-mais-produtivo/
Quanto à aposentadoria, infelizmente nunca conseguimos bem saber que parte do que damos ao estado vem para nós. Por isso o melhor mesmo será começarmos a preparar a nossa própria aposentadoria.
Abraço
18/01/2011
Luciano Larrossa
Olá Paulo=)
A gestão financeira é algo bastante difícil de fazer, especialmente na fase inicial. Até se ganhar disciplina demora e muito! Mas sem ela nada feito.
Relativamente à parte do cartão de crédito, referi esse ponto apenas para pessoas que já o utilizem no pagamento de contas quando já não têm mais hipóteses, acabando por ter que pagar com juros. Mas como referi no texto, também o utilizo, é precisa é saber fazê-lo com cautela=)
Abraço
18/01/2011
Luciano Larrossa
Luciano concordo com o disse e principalmente sobre o cartão de crédito. Eu mesmo tenho e não ando com ele, apenas uso ele para comprar programadas. Evitando a tentação de comprar.
Andar com dinheiro na carteira também é outro problema porque como dizemos no Brasil "dinheiro na mão é vendaval" (ou seja o dinheiro voa e nem percebemos onde estamos a gasta-lo).
Obrigado mais uma vez e um abraço
19/01/2011
Alessander,
Eu só o utilizo mesmo para fazer comprar onde não tenha outra opção. Concordo consigo quando também diz para não andarmos com dinheiro na carteira. Eu prefiro usar sempre o cartão de débito, pois assim consigo ter total controle nos meus gastos e a qualquer momento consigo ver para onde o dinheiro está desaparecendo.
Abraço
20/01/2011
Luciano Larrossa
Olá, seguir regras financeiras com certeza é o caminho que todos gostaríamos de seguir, porém muitos trabalhadores por mais que se esforcem não conseguem fazer sobrar o mínimo para poupar.
Por vezes, a realidade é dura e vai de encontro aos nossos desejos, contudo não devemos desistir.
Até mais,
19/01/2011
Alexandre,
Concordo plenamente com o que você disse, pois já vivi essa situação durante alguns anos. Parecia que por mais que esticasse não tinha por onde cortar.
No entanto comecei a analisar uma coisa: no que posso tirar para conseguir poupar algum dinheiro? Teria que andar mais de ônibus menos de carro? Posso preparar refeições mais baratas?
Fazer essa análise é importante, pois por vezes conseguimos perceber que afinal sempre existe algo a retirar. Com esse dinheiro comece a poupar e tenha paciência. Mais tarde poderá investir num negócio que mais tarde possa lhe trazer retorno. Está cheio de histórias de empresários que agora são ricos mas que um dia viveram na miséria.
Abraço =)
20/01/2011
Luciano Larrossa
Eu por acaso tenho uma distribuição diferente em termos de percentagem. Isto porque ainda vivo com os meus Pais, logo não pago Casa, Carro entre outros.
Posso no entanto dizer que tudo o que consigo gerar como Freelancer é distribuído da seguinte forma:
- Poupança; Como referido acima, pode a qualquer altura surgir um imprevisto.
- Investimento; Grande parte do dinheiro é investido em novos Projectos ou na melhoria dos já existentes. (Nota: Comprar Livros ou material que contribuam para o meu desenvolvimento como Freelancer também entra)
- Formação; Sendo ainda estudante há que investir nos estudos. Poderia englobar esta parcela nos Investimentos, mas gosto de criar uma certa barreira de separação entre este tipo de investimento e outros tipos de investimento.
- Mimos; Ainda que não sou muito de "esbanjar" dinheiro, compro por vezes alguns mimos. Faz parte!
19/01/2011
Tomé,
Como sempre refiro aqui no Escola Freelancer, cada caso é um caso e terá sempre que adequar as minhas dicas à sua realidade.
Deixe-me só deixar um repare para a parte dos "mimos". Eu sou da opinião que devemos dar alguma coisa a nós mesmos quando realizamos um trabalho muito bom. Ajuda-nos a dar valor à nossa vitória e motiva-nos para novas conquistas.
Abraço e obrigado por comentar
20/01/2011
Luciano Larrossa
Parabéns pelo excelente trabalho e pela matéria! Adorei.
27/01/2011
Garth,
Obrigado pelo elogio e continue comentando=)
Abraço
14/05/2011
Luciano Larrossa
Parabéns pelo artigo e pelas ricas reflexões. Achei interessante a parte dos cartões de crédito. Acredito que a conveniência de um cartão de crédito depende de como se costuma controlar os gastos. Tenho um artigo publicado em meu blog que faz uma reflexão sobre dois perfis de controle de gastos que definem se o cartão de crédito é ou não apropriado (http://www.dinheiroetc.com.br/cartao-de-credito-blog/cartao-de-credito-vilao-mocinho).
30/01/2011
Fábio,
O cartão de crédito é uma coisa perigosa. Se for mal usado pode dar problema financeiros sérios. É preciso ter muita disciplina quando se pede um, pois é fácil cair na tentação!
Abraço
14/05/2011
Luciano Larrossa
Parabéns pelo post, realmente muito elucidativo e transmite fielmente como deve ser o comportamento de uma pessoa que deseja manter a sua vida financeira saudável.
E o que é realmente imprescindível é quando você diz "faça-o todos os meses", pois isto necessita ser uma rotina, ser uma cultura a ser cultuada para que as coisas comecem a mudar positivamente.
Mais uma vez parabens e continue assim que segue no caminho certo.
Denilson
01/04/2011
Denilson,
Obrigado por tantos elogios! Tal como tudo na vida, no dinheiro também é importante ganhar rotina. Já vi pessoas que até recebiam muito bem mas como geriam mal acabaram na miséria financeira. Mais importante do que ganhar dinheiro é importante saber geri-lo.
Abraço
14/05/2011
Luciano Larrossa
Em primeiro lugar, parabéns!
Estou estudando todo o blog, e já estou sentindo o resultado positivo no rendimendo com minha produção publicitária.
Sucesso!
30/04/2011
Guilherme
Ainda bem que tenho mudado a sua vida. O meu objetivo é mesmo esse e fico muito contente com isso =)
Abraço
14/05/2011
Luciano Larrossa
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